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Mercado de TV móvel analógica já supera 50 milhões de aparelhos, diz Telegent


Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010, 17h28

Enquanto a implanatação de serviços de TV móvel pelas empresas de telefonia celular ainda patina, os usuários parecem estar mais interessados no serviço, desde que de graça. Pelo menos a julgar pelo desempenho da Telegent, a principal fornecedora de chips para recepção de canais analógicos embarcados em celular. A empresa tem vendido uma média de 1 milhão de chips por semana, e estima-se que a base de celulares com capacidade de recepção analógica já supere os 50 milhões de aparelhos em todo o mundo. De acordo com Weijie Yun, presidente da empresa, 30% desse mercado está na América Latina, 40% na Ásia, 25% na Europa, África e Oriente Médio e 5% na Rússia. Segundo Weijei Yun, a Telegent também tem chips para recepção de TV digital e está trabalhando em uma tecnologia para a recepção do padrão nipo-brasileiro ISDB-T, mas acha que ainda existe um grande espaço para celulares e outros dispositivos com capacidade de recepção analógica, por muitos anos. “É de graça, funciona em quase todos os países e agrega muito valor ao handset”. Este ano, a tecnologia deixou de ser característica apenas de celulares chineses de marcas desconhecidas. A Samsung lançou um aparelho de alta gama, com tela touch screen e funcionalidades avançadas, com recepção de TV analógica e chip da Telegent.

A empresa aposta na Copa do Mundo e no lançamento, pela Brightstar, de um telefone barato e que terá, como apelo, a customização na cor das bandeiras dos países que disputam Copa. O foco é o mercado Sul Americano e Africano e o aparelho, estima-se, custará menos de R$ 300. A marca que a Brightstar (que distribui celulares de grandes fabricantes em todo o mundo) utilizará a marca Avvio.

A Telegent tem chip embarcado em nove celulares licenciados pela Anatel e está fazendo um esforço especial de tornar os modelos chineses, que muitas vezes são contrabandeados para o Brasil, homologados pela agência brasileira para que possam ser vendidos legalmente. Samuel Possebon, de Barcelona

 

Fonte: Tela Viva – News


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