Sindicato das Empresas de Rádio e
Televisão no Estado de São Paulo

Barbosa deixa em aberto análise sobre validade das classificações na TV

O ministro Joaquim Barbosa deixou o Supremo Tribunal Federal sem proferir voto sobre uma questão importante para o regime constitucional das liberdades e para a proteção das crianças e dos adolescentes: a obrigação de as emissoras de rádio e TV respeitarem os horários da classificação indicativa em sua programação. Caberia ao ministro disponibilizar para julgamento a ADI 2404, interrompida em novembro de 2011, em razão do seu pedido de vista dos autos.

A união do impresso e da web

IMPRENSA » Em processo de adaptação à era digital e reafirmando a força do papel, 129 jornais anunciam ferramenta conjunta que abre possibilidades para o mercado publicitário também na internet. Nova diretoria da ANJ toma posse para o biênio 2014-2016

Estreia no rádio e na TV

Com o início hoje do horário eleitoral gratuito, serão 100 minutos diários de campanha na televisão e no rádio, divididos em duas doses diárias, com exceção dos domingos (veja arte ao lado). Apesar do avanço de outras formas de divulgação das candidaturas, com o uso da internet e das redes sociais ganhando espaço, especialistas ouvidos pelo Correio avaliam que essas eleições ainda devem ser dominadas pela radiodifusão, capaz de atingir a maioria dos eleitores do país. Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, 95% dos brasileiros tinham TV em casa, em 2012.

Ministro Paulo Bernardo anuncia, em 25 de agosto, primeiras autorizações para migração do

As emissoras AM do Rio Grande do Norte darão o pontapé inicial na migração para o FM. No dia 25 de agosto, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, assinará e entregará os primeiros termos de adaptação de outorga a radiodifusores do Estado já habilitados, durante solenidade no Congresso da SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão SET), em São Paulo.

Em busca da honestidade intelectual

Uma das tarefas de um curso de Jornalismo é a de ensinar o aluno a ter uma relação honesta com a informação. Por um lado, a ciência da comunicação não pode pregar a existência de “verdades” que possam ser apreendidas pelo repórter. Virou clichê na profissão a afirmação de que a imparcialidade absoluta do jornalista é impossível: a própria escolha dos temas, o modo de abordá-los e a seleção dos entrevistados (entre centenas de outros pontos), tudo isso impede o jornalismo de ser “neutro”. Jornalismo, em grande medida, é hierarquização e interpretação – nada mais distante de uma objetividade fria.

Sonhando em ondas curtas

Um dos grandes baratos de minha infância, um daqueles vividos há milênios e preservados na memória com uma boa dose de fantasia, era a escuta de rádio. Não a das rádios locais, que ouvia, por exemplo, pela manhã em casa, mas a das internacionais, captadas nas ondas curtas de antigos aparelhos.

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